Diagnóstico
Investigação completa com os exames acima, para confirmar o glaucoma, identificar o tipo e medir o estágio.
O glaucoma não dói, não embaça de repente e não incomoda. Ele consome a visão periférica em silêncio, ao longo de anos — e quando a pessoa percebe, o que se perdeu não volta. O diagnóstico precoce é a única defesa que existe.
O glaucoma ataca primeiro a visão periférica. Como os dois olhos se complementam e o cérebro preenche as falhas, dá para perder uma parte grande do campo visual sem notar nada. Quem descobre cedo quase nunca chegou reclamando da visão — chegou para um exame de rotina.
Existe glaucoma com pressão normal, e existe pressão alta sem glaucoma. Por isso o diagnóstico cruza vários exames — todos realizados na própria clínica.
Glaucoma não se resolve numa consulta. Se controla ao longo da vida.
Investigação completa com os exames acima, para confirmar o glaucoma, identificar o tipo e medir o estágio.
Controle da pressão intraocular com colírios, ajustados conforme a resposta de cada paciente.
Exames repetidos em intervalos definidos, comparando com os anteriores para detectar qualquer progressão.
A Vision Center faz o diagnóstico, o tratamento clínico e o acompanhamento do glaucoma. Quando o caso evolui e passa a exigir procedimento cirúrgico, orientamos e encaminhamos — com todo o histórico de exames organizado, o que faz diferença para quem for conduzir a cirurgia. Preferimos dizer isso na primeira linha a descobrir junto com você no meio do caminho.
Não. É uma doença crônica: o que existe é controle. A visão já perdida não volta, porque o dano ao nervo óptico é definitivo. O objetivo é frear a evolução e preservar a visão que você ainda tem.
No tipo mais comum, nenhum, durante anos. A perda começa pela visão periférica e o cérebro compensa. Por isso o glaucoma quase sempre é encontrado em exame de rotina, não por queixa do paciente.
Histórico na família, idade acima de 40 anos, pressão intraocular elevada, córnea fina, miopia alta, diabetes e uso prolongado de corticoide. Parente de primeiro grau com glaucoma é o fator mais forte — nesse caso, avaliação anual.
Não. Fazemos diagnóstico, tratamento clínico e acompanhamento. Se o caso exigir cirurgia, orientamos e encaminhamos com todo o histórico de exames.
Depende do estágio e da resposta ao tratamento. Casos estáveis costumam ser reavaliados a cada seis meses ou anualmente; casos em ajuste de medicação, com mais frequência.